segunda-feira, 30 de outubro de 2017

AULA DE CAMPO DO Colegio TEREZA DE LISIEUX DE NATAL COM O BARÃO DE CEARÁ-MIRIM

AULA DE CAMPO DO Colegio TEREZA DE LISIEUX DE NATAL.
AGRADEÇO A TODOS OS ALUNOS E PROFESSORES QUE PARTICIPARAM E ESCOLHA DOS NOSSOS SERVIÇOS.
BARÃO MAIS TURISMO PEDAGÓGICO PRA VC.





AULA DE CAMPO NEI/CAP/UFRN DE NATAL.COM BARÃO DE CEARÁ-MIRIM

 AULA DE CAMPO NEI/CAP/UFRN DE NATAL.
OBRIGADO A TODOS ALUNOS E PROFESSORES PELA ESCOLA DOS NOSSOS SERVIÇOS OBRIGADO POR TUDO.







BARÃO DE CEARÁ-MIRIM RECEBE ALUNOS DO PIBID-IFRN DE NATAL

Aula show com Barão DE Ceará-mirim e a turma do 2 ano vespertino em parceria com o PIBID-IFRN.




BARÃO DE CEARÁ-MIRIM SEMPRE PESQUISANDO POR VC!



BARÃO DE CEARÁ-MIRIM VISITA ENGENHO EXTREMA EM PUREZA/RN

AAgroindustrial Extrema iniciou suas atividades em 1997 com a instalação na Fazenda Extrema das primeiras pesquisas com cana-de-açúcar, sendo o primeiro plantio desta cultura realizado nos anos de 1998 e 1999. Somente em 2004 após a consolidação das pesquisas varietais de materiais genéticos oriundos de Minas-Gerais e Mato-Grosso do Sul compreendeu-se a instalação do parque Fabril, sendo seu principal produto lançado no ano de 2006: a Cachaça Extrema.
Inserida no município de Pureza/RN, distante 50 Km de Natal à norte, o Engenho (fábrica) tem capacidade para 120.000 litros/ano, com capacidade de armazenamento ou envelhecimento total de 88.000 L. Já em 2008 a Extrema obteve a premiação da renomada Confederação Nacional da Indústria (CNI) no quesito Sustetabilidade. Também no mesmo ano recebeu o prêmio em Gestão de melhor Agronegócio do Rio Grande do Norte. Pioneira em lançamento de inovação em seus produtos, em 2010 lançou a Primeira Cachaça Orgânica do Estado do Rio Grande do Norte, certificada pelo respeitado IBD Certificações. Como resultante da ótima aderência de seus produtos ao mercado interno e externo, em 2011 houve a ampliação de sua área produtiva e parque Fabril, aumentando em mais de 50% sua capacidade de produção de matéria-prima e confecção de produto final.
Ainda em 2011, consagrou-se campeã Nacional na categoria Agronegócio do Prêmio MPE em Gestão da Qualidade, promovido principalmente pelo SEBRAE, MBC (Movimento Brasil Competitivo) e Grupo GERDAU. Além disso foi nesse mesmo ano premiada como Destaque em Responsabilidade Social devido ao seu audacioso projeto ambiental/social: a partir da realização do saneamento básico que a Fazenda Extrema realizou em parte de um bairro da cidade de Pureza (mostrando o exemplo numa cidade que até então era 0% saneada), o esgoto coletado é tratado e a partir disso entra numa sistemática hidropônica que resulta em leite. É isso mesmo, leite de vaca. E todo o leite produzido vai para o projeto social da Empresa que consiste na doação para 25 crianças todos os dias, 7 dias por semana. Crianças cadastradas de 1 a 4 anos, integrantes de família com renda de no máximo 1 salário mínimo.
O leite é enviado em embalagem de vidro controlada pela Agroindustrial Extrema, rotuladas com o nome do Projeto social "Transformação Extrema" e chama-se Extremilk! Além disso conta-se com um complexo de recepção e treinamento, contendo auditório de 60 lugares, loja de fábrica com a Cachaça Extrema e produtos regionais e local para receptivo de turistas e visitantes.
A Fazenda Extrema acredita que uma Empresa deverá ser sempre apoiada em 3 projetos sólidos: produtivo, ambiental e social. Sendo assim ela cumprirá com sua missão de desenvolvimento local.




BIOGRAFIA DO CORONEL ESTEVÃO DE MOURA - CORONÉIS DO RN



Coronel Estevão Moura

Coronel Estevão Moura com a farda da Guarda Nacional. (Acervo Anderson Tavares)


O coronel Estevão José Barbosa de Moura nasceu em Pousa, município de Taipú, em janeiro de 1810, filho de Manuel Teixeira Barbosa, comandante superior, vereador do Senado da Câmara do Natal, vice-presidente e presidente da Província do RN e Ana da Costa e Vasconcelos. Os pais proporcionaram ao jovem Estevão um ambiente de príncipe herdeiro.

Seguindo a praxe endogâmica que recomendava às famílias mais ilustres, o casamento entre parentes, com o objetivo de manter a fortuna na família, em 3 de julho de 1833 Estevão Moura casou com sua prima materna Maria Rosa do Rêgo Barros, filha do Coronel de Joaquim José do Rêgo Barros e Maria Angélica de Vasconcelos, na capela do Ferreiro Torto, domínio do sogro.

Destas núpcias nasceram oito rebentos, sendo as mulheres; Ana Joaquina de Moura Castelo Branco, casada com José Moreira Brandão Castelo Branco, Maria Angélica de Moura Câmara, casada com Jerônimo Cabral Raposo da Câmara, Isabel Cândida de Moura Chaves, casada com Francisco Clementino de Vasconcelos Chaves e Antônia Rosa Teixeira de Moura, solteira.

Os homens foram; Joaquim Manoel Teixeira de Moura, casado com Ana Joaquina da Fonseca e Silva, Manoel Joaquim Teixeira de Moura casado com Tereza Josefina da Fonseca e Silva, José Getúlio Teixeira de Moura casado com Joaquina Angélica Marinho de Carvalho e Estevão José Barbosa de Moura Júnior, falecido solteiro. Todos os casais tiveram descendência vastíssima, entrelaçada e prolifera.

Estevão Moura e Maria Rosa tiveram descendência que nos faz lembrar a passagem bíblica “das estrelas do céu e das areias do mar”. A genealogia familiar apresenta cem ramos ilustres. Destaco o nome de seu bisneto Francisco Canindé de Moura (Chico Moura) casado com Joanete Moura, casal muito estimado na cidade da Macaíba.

O cel. Estevão Moura foi um homem poderoso, influente e prestigiado. Teve fortuna incalculável, rebanhos imensos, fazendas, casarios, escravatura, pilhas de ouro. Sua vontade era lei. Politicamente administrou a província em três ocasiões, em 1841, 42 e 43. Foi deputado provincial nos biênios de 1840-41, 42-43, 44-45, tendo tomado parte nas sessões de 1838-39, como suplente do Dr. Pinagé. Em 10 de novembro de 1841, criou a comarca e o município da Maioridade, hoje Martins. Em 27 de janeiro de 1889 aderiu ao partido republicano que Pedro Velho fundava.

Proprietário de terras que remontavam às antigas sesmarias coloniais, suas terras englobavam municípios inteiros, dezenas e dezenas de propriedades, com residência, servos, cavalos de sela, conforto e poder. Em 1874, doou uma parte de suas terras na fazenda Barra (hoje solar Caxangá) para a edificação da capela de São José, seu padroeiro. Foi o todo poderoso da região de São Gonçalo do Amarante e Macaíba. Arranjou inimizade com o major Fabrício Gomes Pedroza, quando em juízo exigiu que este redirecionasse a cerca de “Coité” que avançara sobre parte do movimentado porto local, escoadouro da produção do sertão potiguar. Tempos depois, teve um embate celebre nas crônicas do Estado com o Presidente da Província Manuel da Silva Lisboa – Parrudo - cuja solução importou na morte do arrebatado administrador.

Em Macaíba, que não era ainda uma vila, Estevão Moura construiu com os próprios recursos a primeira ponte da cidade, em 1859 e em seguida, abriu a estrada que liga Macaíba a Natal via mangabeira. A parte desta estrada dentro da cidade do Natal é hoje a conhecida avenida Coronel Estevão! Foi ainda construtor do Solar Caxangá (em seu tempo Fazenda Barra).

Conversei inúmeras tardes com D. Noêmia de Medeiros Moura (*1912 +2005), única moradora da praça padre João Maria, em Natal, bisneta do coronel Estevão Moura. Falava-me sobre o bisavô juntando lembranças de familiares, amigos e populares, contemporâneos do coronel que apontavam-no como um ser fantástico, irreal, ubíquo e irresistível, destacando que ele trazia ao peito uma cruz feita com madeira da terra santa, que “lhe conferia podereis especiais”.

Coronel Estevão Moura! Seu nome soava como uma trombeta de guerra. Nascera no Brasil vice-reino, atravessara a Regência e viveu três anos no regime republicano depois de escoar-se o primeiro e segundo Império. Morreu paupérrimo, ignorado e esquecido em Macaíba no dia 16 de janeiro de 1891, sendo seu corpo sepultado no cemitério de São Miguel e posteriormente transportado seus restos mortais para o jazigo da família Moura, na matriz de Nossa Senhora da Conceição da Macaíba.

Político, fazendeiro, lavrador, dono de Engenhos, criou municípios e seu sangue corre em milhares de veias, perpetuando uma vida que não pode ficar na escuridão e no esquecimento.

FONTE E PESQUISA - ANDERSON TAVARES DE LYRA DO BLOG HISTÓRIA A GENEALOGIA.



Praia de Bacupari em Baia Formosa RN - PRAIAS DO RN

Praias de BF
Praia de Bacupari (ou praia do Mar Aberto) 
Como o "apelido" mesmo diz, parte da praia de Bacupari é de mar aberto, proporcionando boas ondas para o surf. 
Praias de BF

Ao fim da praia, pode-se ver o Morro do Careca, denominado assim pela semelhança com morro (duna) do mesmo nome localizado em Natal. A praia tem 2 km de extensão, fica ao sul de BF, terminando no Farol de Bacupari. 

Praias de BF

É a mais frequentada pelos locais nos fins de semana e é permitido o trânsito de veículos off road.
Próximo ao farol pode-se observar golfinhos e tartarugas em determinados períodos do ano

FOTOS E TEXTO - http://www.baiaformosa.com.br/praias




ACARI - CIDADES DO RN

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IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GUIA
http://blogdotoscanoneto.blogspot.com.br/2014/07/acari-rn-celebra-de-05-15-de-agosto.html

Inicialmente habitado pelos índios cariris, a povoação atual teve início no século XVIII, com a expansão das fazendas de gado ao longo dos rios da região, com principal destaque ao Sargento- Mor Manuel Esteves de Andrade, vindo da Serra do Saco e Tomás de Araújo Pereira, português natural do Minho que se estabeleceu na fazenda Picos por volta de 1750.

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MUSEU DO SERTÃO
http://vaconferir.com.br/museu-historico-de-acari/

Em 1737, deu- se a fundação da capela de Nossa Senhora da Guia por requerimento ao Bispo de Olinda feito por Manuel Esteves de Andrade. A dita capela tornou-se matriz quando da criação da paróquia do Acari em 13 de março de 1835, sendo posteriormente dedicada a Nossa Senhora do Rosário quando da fundação da nova e sustuosa Matriz no alto da colina em 1863.

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ANDRÉ MOTA

A criação do município se deu através de Resolução do Conselho do Governo do dia 11 de abril de 1835, quando se efetivou a emancipação do município de Caicó.

De acordo com o IDEMA, há dois tipos de solo na área do município: litólicos eutróficos e cálcico. Sua aptidão para a atividade agrícola é regular e restrita para pastagem natural. Nas áreas correspondentes a cálcico, as terras são aptas para culturas especiais de ciclo longo (algodão arbóreo, sisal, caju e coco). Na parte centro / norte as terras são indicadas para preservação da fauna e flora ou para recreação.

O ponto mais alto do município é a Serra Bico de Arara, a 654 metros.

Fonte: Wikipédia


Acari/RN

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CARACTERIZAÇÃO

Instalação: 01/01/1939
Gentílico: acariense
Populacao(2014): 11.349
Área: 608,60 Km2
Densidade Demográfica: 18,60/Km2
IDH(2013): 0,679


AGENDE SUA VISITA A CEARÁ-MIRIM/RN


sábado, 14 de outubro de 2017

BARÃO DE CEARÁ-MIRIM É HOMENAGEADO PELO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DO RN


OBRIGADO AO IERN INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE PELA LINDA HOMENAGEM QUE SE DEU NA ABERTURA DOS JOGOS INTERNOS DA REFERIDA ESCOLA. A HOMENAGEM MOSTROU COMO É O NOSSO TRABALHO DE RESGATAR A HISTORIA DA NOSSA CIDADE RECEBENDO TURISTAS DE TODO MUNDO VESTIDO DE BARÃO E BARONESA. Obrigado ao nosso Amigo e Diretor Renê e todos que fazem a instituição.

BARÃO RECONHECE


PARABÉNS MEU AMIGO Henrique José do Mercado de Fotos em Natal, projeto maravilhoso que os convido a conhecer. Parabéns amigo!! Conheça em Natal no Mercado  de Petrópolis o Mercado de Fotos e se encante com o trabalho do nosso amigo! Destaque hoje na TV Câmara de Natal. 

OPORTUNIDADE!

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