Durante todo o fim de semana, as redes sociais foram tomadas por boatos que circularam por meio de grupos no WhatsApp, ferramenta que permite a troca de mensagens pelo celular usando conexão via internet. Catástrofes climáticas como buracos negros, tempestade de raios, chuva de meteoros e até uma possível fuga em massa da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal, foram suspostos acontecimentos disseminados pelo WhatsApp.
Rapidamente ganharam espaços nas redes sociais e disseminaram o medo. Os textos que anunciam as ‘fatalidades’ estavam assinados por supostos especialistas de órgãos, como UFRN e Semurb. Consultadas pela TRIBUNA DO NORTE, as instituições citadas afirmaram que algumas das pessoas citadas nos textos sequer existem. Em nota assinada pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo, a corporação alerta para a onda de boatos. Coronel Araújo lembrou “que difundir informações falsas com o intuito de causar pânico é crime passível de prisão e que o setor de inteligência do Sistema de Segurança Pública (das Polícias Civil e Militar) já está a postos investigando as prováveis fontes dos boatos”.
Até o Pico do Cabugi, em Angicos, virou alvo de boatos. Segundo mensagem divulgada através do WhatsApp, o vulcão extinto entraria em erupção, depois de milhares de anos adormecido, e as cinzas se deslocariam para Natal e, junto com o temporal, traria para a cidade uma tempestade de raios e chuva de meteoros. Outro texto previa que um buraco negro estaria prestes a se abrir próximo a um supermercado na avenida Maria Lacerda Montenegro, na Zona Sul de Natal. O texto que ainda informava que “ele sugará tudo ao seu redor” estava assinado por “Luis Felipe, chefe do Departamento de Astronomia de Natal” - uma pessoa que não existe, de um departamento que inexistente.
FONTE: TRIBUNA DO NORTE /
Emanuel Amaral
Coronel Araújo demonstrou preocupação com a onda de boatos
Coronel Araújo demonstrou preocupação com a onda de boatosRapidamente ganharam espaços nas redes sociais e disseminaram o medo. Os textos que anunciam as ‘fatalidades’ estavam assinados por supostos especialistas de órgãos, como UFRN e Semurb. Consultadas pela TRIBUNA DO NORTE, as instituições citadas afirmaram que algumas das pessoas citadas nos textos sequer existem. Em nota assinada pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Francisco Araújo, a corporação alerta para a onda de boatos. Coronel Araújo lembrou “que difundir informações falsas com o intuito de causar pânico é crime passível de prisão e que o setor de inteligência do Sistema de Segurança Pública (das Polícias Civil e Militar) já está a postos investigando as prováveis fontes dos boatos”.
Até o Pico do Cabugi, em Angicos, virou alvo de boatos. Segundo mensagem divulgada através do WhatsApp, o vulcão extinto entraria em erupção, depois de milhares de anos adormecido, e as cinzas se deslocariam para Natal e, junto com o temporal, traria para a cidade uma tempestade de raios e chuva de meteoros. Outro texto previa que um buraco negro estaria prestes a se abrir próximo a um supermercado na avenida Maria Lacerda Montenegro, na Zona Sul de Natal. O texto que ainda informava que “ele sugará tudo ao seu redor” estava assinado por “Luis Felipe, chefe do Departamento de Astronomia de Natal” - uma pessoa que não existe, de um departamento que inexistente.
FONTE: TRIBUNA DO NORTE /
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