BEM VINDO A BANANEIRAS - PB A PRINCESA DO BREJO PARAIBANO
VISTA PANORÂMICA DA CIDADE DE BANANEIRAS - PB
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Bananeiras é um município brasileiro do estado da Paraíba. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no ano de 2006 sua população era estimada em 20.814 habitantes distribuídos em uma área territorial de 258 km². Localizada na Serra da Borborema, região do Brejo paraibano, a 141 km de João Pessoa, 150 km de Natal e a 70 km de Campina Grande, com altitude de 526 metros, Bananeiras possui clima mais ameno que a média do agreste paraibano.
TEXTO - WIKIPEDIA.ORG
HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS - PB
VISTA PANORÂMICA DA CIDADE DE BANANEIRAS - PB
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Conhecer Bananeiras, no Brejo Paraibano, a 141 Km de João Pessoa, é
misturar lendas, fatos e tradições. A própria história do município dá
exemplo disso. Coriolano de Medeiros diz que a colonização de Bananeiras
iniciou na segunda ou terceira década do Século XVII.

VISTA PANORÂMICA DA CIDADE DE BANANEIRAS - PB
FOTO -http://www.obeabadosertao.com.br Entre seus pioneiros desbravadores, o historiador cita Zacarias de Melo e Domingos Vieira, procedentes da Vila de Monte-mor (a Mamanguape e atual). Eles obtiveram sesmarias na região em 1716, escolhendo glebas nas proximidades de uma lagoa, que corria no fundo de um vale. Ali, existiam ocorrências de pacoveiras, uma bananeira rústica, que produzia frutos inadequados para o consumo humano. Daí surgiu o nome Bananeiras, que passou a denominar o município. Esta é a versão histórica, até hoje aceita pelos estudiosos.

ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE BANANEIRAS - PB
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Novais Junior acrescenta um lance romântico à fundação de Bananeiras. Segundo ele, o caçador Gregório da Costa Soares saiu com alguns amigos de um acampamento em Sucurú da Serra do Cuité e conseguiu chegar a Bananeiras, na região do Brejo, a mais de 100 Km de distância. Corria o ano de 1762. Gregório perdeu-se dos companheiros, nos contrafortes da Serra da Cupaóba. Acabou aprisionado por índios da região.
VISTA PANORÂMICA DA CIDADE DE BANANEIRAS - PB
FOTO - ASSIS BARBOSA
Eram índios antropófagos... Nos rituais de
guerra ou religiosos, costumavam devorar os inimigos aprisionados. E
este seria o fim de Gregório, se mãos hábeis não desatassem os cipós que
o amarravam a uma estaca. Ele ia ser sacrificado na manhã seguinte. O
misterioso salvador correu madrugada adentro, com Gregório às costas. Ao
amanhecer, o caçador notou que seu anjo benfeitor era uma formosa
índia, que o levara a salvo até a aldeia de Santo Antônio da Boa Vista
(seria o território que hoje forma Borborema ou Pirpirituba).

IGREJA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS EM BANANEIRAS-PB
FOTO- JOÃO HENRIQUE ROSA (PANORÂMIO)
Satisfeita por haver salvo o homem que seria seu marido, a índia beijou-lhe as mãos e chorou de alegria. Gregório, que prometera a Nossa Senhora do Livramento erguer uma capela em sua homenagem, casou com a bela índia, que recebeu o nome de Maria do Livramento. Em 7 de abril de 1763, o tabelião Vicente Ferreira Serrano lavrou escritura de uma parte de terras doadas por Gregório, para a construção da Capela de Nossa Senhora do Livramento. Depois de seguidas reformas, a capelinha de taipa transformou-se na atual Matriz de Bananeiras, um templo de formas arquitetônicas interessantes, que desperta a curiosidade dos turistas.
FOTO- JOÃO HENRIQUE ROSA (PANORÂMIO)
Satisfeita por haver salvo o homem que seria seu marido, a índia beijou-lhe as mãos e chorou de alegria. Gregório, que prometera a Nossa Senhora do Livramento erguer uma capela em sua homenagem, casou com a bela índia, que recebeu o nome de Maria do Livramento. Em 7 de abril de 1763, o tabelião Vicente Ferreira Serrano lavrou escritura de uma parte de terras doadas por Gregório, para a construção da Capela de Nossa Senhora do Livramento. Depois de seguidas reformas, a capelinha de taipa transformou-se na atual Matriz de Bananeiras, um templo de formas arquitetônicas interessantes, que desperta a curiosidade dos turistas.

IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO EM BANANEIRAS -PB
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Celso Mariz sustenta que a partir de 1624 a região de Bananeiras já estava sendo ocupada por donatários, que adquiriam terras para a criação de gado e a implantação de engenhos movidos à água. Documentos comprovam que a região da Serra da Cupaóba, por essa época, já possuía glebas ocupadas por Ambrósio Brandão, André Dias de Figueiredo, Duarte Gomes da Silveira e outros pioneiros.
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Celso Mariz sustenta que a partir de 1624 a região de Bananeiras já estava sendo ocupada por donatários, que adquiriam terras para a criação de gado e a implantação de engenhos movidos à água. Documentos comprovam que a região da Serra da Cupaóba, por essa época, já possuía glebas ocupadas por Ambrósio Brandão, André Dias de Figueiredo, Duarte Gomes da Silveira e outros pioneiros.

Cachoeira do Roncador em Bananeiras -PB
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CENTRO HISTÓRICO DE BANANEIRAS
FOTO - ASSIS BARBOSA
FOTO - ASSIS BARBOSA

FOTO - ASSIS BARBOSA
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COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS EM BANANEIRAS - PB
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ENGENHOS EM BANANEIRAS
Engenho Angicos em Bananeiras.
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Casa Grande do Engenho Lagoa do Matias em Bananeiras.
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CENTRO HISTÓRICO DE BANANEIRAS
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COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS EM BANANEIRAS - PB
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ENGENHOS EM BANANEIRAS
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ENGENHO LAGOA DO MATIAS EM BANANEIRAS - PB
FOTO - VALDIR SILVA (PANORÂMIO)

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