TRILHA NO MUSEU EM CEARÁ-MIRIM

TRILHA NO MUSEU EM CEARÁ-MIRIM

terça-feira, 22 de novembro de 2011

CEARÁ-MIRIM SOB A LENTE GIBSON MACHADO ALVES

       GIBSON MACHADO ALVES, PESQUISADOR E HISTORIADOR DE CEARÁ-MIRIM/RN. RESGATADOR DA CULTURA E DOS FOLGUEDOS POPULAR COMO : OS CONGOS DE GUERRA DE TABUÃO, PASTORIL, BOI DE REIS DE MATAS E CABOCLINHOS DE CEARÁ-MIRIM.

CONFIRA AS MELHORES FOTOS DE CEARÁ-MIRIM SOB A LENTE DE GIBSON MACHADO.


PRAÇA CIDADE DE VAGOS


USINA ILHA BELA

SOLAR ANTUNES

CASA GRANDE DO ENGENHO GUAPORÉ

ENGENHO OITEIRO

USINA SANTA TEREZA

CASA GRANDE DO ENGENHO SÃO JOÃO

CASA GRANDE DO ENGENHO JACOCA

TREM DE CEARÁ-MIRIM

NASCENTE DO RIO ÁGUA AZUL, ENGENHO NASCENÇA

VISÃO PANORÂMICA DA CEARÁ-MIRIM

VISÃO PANORÂMICA DA REGIÃO CENTRAL DA CIDADE

CASA GRANDE DO ENGENHO CRUZEIRO

CENTRO HISTÓRICO DE CEARÁ-MIRIM

GRUPO ESCOLAR BARÃO DE CEARÁ-MIRIM

CASA GRANDE DO ENGENHO DIVISÃO

CASA GRANDE DO ENGENHO NASCENÇA

BOI DE REIS DE MATAS

POR DO SOL SOBRE O CANAVIAL

DA USINA ILHA BELA AO FUNDO CEARÁ-MIRIM


ENGENHO OITEIRO

GRUPO MACULELÊ

RELÓGIO SOLAR NO ENGENHO DIAMANTE

ESCULTURA DO MESTRE SANTANA


CORTADOR DE CANA

SOLAR ANTUNES A NOITE

IMAGEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

PARA RECORDAR A PRAÇA BARÃO DE CEARÁ-MIRIM EM 1960.

PARABÉNS GIBSON MACHADO PELO SEU TRABALHO.

VISITE CEARÁ-MIRIM/RN E SEJA GUIADO PELO BARÃO 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A ESCRAVIDÃO NO VALE DO CEARÁ-MIRIM


Por Wellington Márcio Bezerra de Lima
CASA GRANDE DO ENGENHO TIMBÓ DE DENTRO (demolida)

             A partir do século XV, na “Era dos Descobrimentos”, o conjunto territorial que futuramente formaria o Brasil foi transformado em colônia de Portugal. Tal empreendimento foi realizado através de uma política mercantilista, baseada no trabalho escravo, principalmente de negros africanos, traficados em navios tumbeiros que, pelos portos de Salvador, Recife e Rio de Janeiro, eram comercializados para o trabalho nos engenhos do Nordeste.

                  No Rio Grande do Norte, a vinda de escravos teve início no século XVI, porém foi somente durante o século XIX que houve o aumento de sua presença, em razão da ampliação da produção açucareira na Província. Os cativos, então provenientes do Maranhão, eram desembarcados em Mossoró, Areia Branca e Macau, e vendidos aos grandes centros produtores de açúcar, os municípios de Ceará-Mirim, São José de Mipibu, Goianinha e Canguaretama.

            Em meados do século XIX, Ceará-Mirim despontou como um importante centro da monocultura canavieira. A fertilidade das terras do vale do Rio Ceará-Mirim proporcionou a instalação de mais de cinqüenta engenhos. Como conseqüência, a mão-de-obra escrava negra utilizada foi significativa, girando em torno de 3 mil escravos, sendo a maioria de origem angolana. Somente o Coronel Manuel Varela do Nascimento - Barão do Ceará-Mirim - proprietário do antigo Engenho São Francisco, fundado em 1857, chegou a possuir mais de 200 escravos, tratados com severidade.
A boa ou má fama do senhor era conferida aos senhores de engenho de acordo com os castigos aplicados à escravaria. As obras sobre a história de Ceará-Mirim, escritas com base em memórias, retratam a vida dos Engenhos Oitero, Verde Nasce e Timbó. O Tenente-coronel José Antunes de Oliveira e Victor de Castro Barroca, proprietários dos dois primeiros engenhos, ficaram conhecidos como senhores que mantinham relações amenas com os escravos, em especial os domésticos.
O Engenho Timbó, que pertenceu a Zumba, era visto como destino final de todo negro “ruim”, que porventura existisse nos demais engenhos do vale e redondezas. A ameaça de venda pelos senhores àquele local evidenciava o rigor indiscriminado no tratamento dispensado aos cativos da casa-grande e do eito. Tormentos e sofrimentos foram as características que marcaram o lugar e que repercutiram no imaginário popular, criando lendas e perpetuando ao longo do tempo a imagem negativa da crueldade de seus proprietários.

              Durante a segunda metade do século XIX, o contingente de escravos negros foi declinando no município. Em 1855 eram apenas 1.126, pois com a Lei Eusébio de Queiroz, de 1850, proibiu-se o tráfico negreiro. Outro motivo foi a grande seca de 1877, que em todo o Rio Grande do Norte obrigou muitos senhores a venderem seus escravos para outras províncias. Por fim, com a campanha abolicionista, a partir da década de 1880, o número de negros em Ceará-Mirim, segundo dados da Sociedade Libertadora Norte Rio-Grandense de 30 de junho de 1884, era somente de 777, caindo para 201, às vésperas da abolição, de acordo com o boletim número 08, de 15 de abril de 1888.
Em Ceará-Mirim, a luta pelo fim da escravidão teve início em 05 de fevereiro de 1888, com a fundação da Sociedade Libertadora de Ceará-Mirim, por Francisco Sales de Meira e Sá. A propaganda em favor da abolição antecipou a libertação de alguns escravos, fato registrado na publicação quinzenal número 06, de 18 de março de 1888 da Sociedade Libertadora Norte Rio-Grandense, que noticiava a entrega da carta de liberdade, por Bernarda Varela Dantas – Baronesa do Ceará-Mirim – e por Alexandre Varela do Nascimento, seu filho, aos seus 18 últimos escravos.
O empenho das sociedades libertadoras apenas reforçou a longa resistência negra ao trabalho forçado. Em Ceará-Mirim isso aconteceu através das fugas dos escravos dos engenhos, que conquistaram a liberdade formando as comunidades de Coqueiros e Primeira Lagoa, antes de ocorrer a alforria geral de 13 de maio de 1888.

Fonte: Livro Ceará-Mirim Tradição, Engenho e Arte - 2005 - Sebrae - UFRN - Prefeitura de Ceará-Mirim. 
gibsonmachadocm.blogspot.com.

A COMUNICAÇÃO DE CEARÁ-MIRIM AMANHECE EM SILÊNCIO

Faleceu na noite desta quinta-feira 17 de novembro de 2011, vítima de um infarto, o profissional comunicador, Manoel Lúcio Lustosa , era conhecido por Lúcio Som.


"Sua partida deixa uma lacuna na comunicação cearamirinense.
Lúcio foi um profissional competente, um comunicador vibrante comprometido com as causas cearamirinenses, um pai exemplar, um amigo leal.
Ao longo de toda sua vida, soube com veemência ser todos os adjetivos que já haviam me dito antes, entre eles, sério, honesto, compreensivo e competente, além de um grande defensor do povo cearamirinense.
Neste momento de grande dor e tristeza, solidarizamo-nos com seus familiares e amigos, rogando a Deus consolo a todos que o amavam"

prefeito Antônio Marcos de Abreu Peixoto

O carro de lúcio som que até hoje leva informação ao povo de ceará-mirim

foto acervo: Gibson Machado Alves.

RUÍNAS DO ENGENHO TRIGUEIRO SOB A LENTE DE ELAINE LEITE

ELAINE DE PAIVA LEITE, NASCEU NO MUNICÍPIO DE CEARÁ-MIRIM. CURSA TURISMO NA FACULDADE ESTÁCIO ( CÂMARA CASCUDO) EM NATAL/RN. E FAZ PARTE DA SECRETARIA DE TURISMO DO MUNICÍPIO DE CEARÁ-MIRIM.

CONFIRA AS MELHORES FOTOS DO ANTIGO ENGENHO TRIGUEIRO SOB A LENTE DE ELAINE LEITE.
CASA GRANDE DO ENGENHO TRIGUEIRO



VISITE CEARÁ-MIRIM/RN E SEJA GUIADO PELO BARÃO

CIA TEATRAL BARÃO ALL E CIA INOVART DE TEATRO

NO MÊS DE OUTUBRO DE 2011, A CIA TEATRAL BARÃO E CIA INOVART DE TEATRO REALIZARAM UMA CAMINHADA COM DESTINO AO ANTIGO ENGENHO NASCENÇA SOB O GUIAMENTO DO GUIA BARÃO DE CEARÁ-MIRIM..

CONFIRA AS MELHORES FOTOS SOB A LENTE DE BEATRIZ SOUZA.


NAS  PROXIMIDADES DO DISTRITO DE CAPELA


O GUIA BARÃO

NO DISTRITO DE CAPELA

O GUIA BARÃO NAS RUÍNAS DO ANTIGO ENGENHO CAPELA

RIACHO CAPELA






RIO CEARÁ-MIRIM



O GUIA BARÃO DE CEARÁ-MIRIM SOB A LENTE DE BEATRIZ SOUZA

BEATRIZ SOUZA, NASCIDA NO MUNICÍPIO DE CEARÁ-MIRIM/RN. É UMA ATRIZ DE TEATRO INTEGRANTE DA CIA TEATRAL BARÃO ALL E CIA INOVART DE TEATRO. GOSTA DE FOTOGRAFAR E PARTICIPOU DE UMA AULA DE CAMPO NO ROTEIRO DOS ENGENHOS DE CEARÁ-MIRIM/RN.

VEJA AS MELHORES FOTOS DO BARÃO SOB A LENTE DE BEATRIZ SOUZA.

O BARÃO NO ENGENHO NASCENÇA







O BARÃO E SUAS CARRUAGENS DO SEC. XIX


O BARÃO NO JARDIM DA CASA GRANDE



O BARÃO E O BRASÃO DA FAMÍLIA VARELA


O BARÃO NA ENTRADA DA CASA GRANDE 

O BARÃO EM UMA MESA DO SEC. XIX

VISITE CEARÁ-MIRIM/RN E SEJA GUIADO PELO BARÃO

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